segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Nas marés da vida

Hoje nada escrevo
adormeço as palavras
nas marés da vida
em ondas gigantes
no fervor da terra
na calma deste (a)mar
no orvalho desta manhã
no cantar de mais um pássaro
no desabrochar d'uma flor.
Permaneço atenta na espera
desta imensidão d'água
que corre neste teu leito
olho, canto e escuto
o vai e vem das marés
por fim saio triufante
e adormeço a teus pés!...

S.N.S.A

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